Alunos da Escola Guedes de Azevedo visitarão rio Bauru, lagoa de captação do rio Batalha e ETA no Dia Mundial da Água

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As atividades pedagógicas serão realizadas para conscientizar os estudantes sobre a preservação da água

No dia 22 de março, Dia Mundial da Água, a partir das 7h30, os alunos do 6º ano da Escola Guedes de Azevedo visitarão o rio Bauru, na Avenida Nuno de Assis, o Centro Ambiental, onde está localizada a lagoa de captação de água do rio Batalha, e a Estação de Tratamento de Água (ETA).

A atividade faz parte do calendário letivo da instituição há 23 anos, reunindo alunos e professores no estudo sobre o meio ambiente na prática, com coleta de água e análise de oxigênio, PH e amônia, que são indicadores de presença de material orgânico na água. As atividades são importantes para os alunos, pois despertam o interesse pela ciência, meio ambiente e natureza local.

A conscientização dos alunos em relação à preservação do meio ambiente é um dos objetivos que fazem com que a instituição realize a visita todos os anos. “O objetivo é fazer os estudantes verem e sentirem os efeitos do assoreamento dos rios, a erosão provocada pelo desmatamento da mata ciliar, a ausência de animais nativos que dependem do equilíbrio sustentável da natureza e a degradação dos rios provocados pela poluição”, explica Roberto Pallotta, diretor da Escola Guedes de Azevedo.

No rio Bauru, uma equipe da Secretaria Municipal do Meio Ambiente acompanhará os estudantes na coleta e análise da qualidade e propriedades da água. Já no Centro Ambiental, está previsto o plantio de mudas florestais em volta da lagoa de captação do rio Batalha, com a presença de autoridades do governo municipal, como o Prefeito, o Presidente do DAE e o Secretário do Meio Ambiente, que palestrarão aos alunos sobre a importância da preservação da água.

Conhecimento e conscientização

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A Escola Guedes de Azevedo possibilita que os alunos ampliem suas visões para a sociedade, indo além do aprendizado em sala de aula, mas também proporcionando o contato pessoal com aquilo que aprendem na escola. “Desde 1996, quando ainda não havia esse discurso de sustentabilidade e economia sustentável, a escola iniciou essas expedições já preocupada com a formação dos alunos para uma visão mais cidadã do mundo, para mostrar a eles as implicações de um descarte inadequado de lixo, e ocupação irregular demográfica, a fim de que os estudantes se sentissem impactados pela visita e entendessem que o problema não restringe ao meio, mas, também os atinge dentro de casa”, destaca o diretor.

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