Estudantes visitaram rio Bauru, lagoa de captação do rio Batalha e ETA para compreender a importância da água

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As atividades pedagógicas foram realizadas pelos alunos da Escola Guedes de Azevedo para celebrar o Dia Mundial da Água

No dia 21 de março, Dia Mundial da Água, a partir das 8h, a Escola Guedes de Azevedo levou seus alunos para visitar o rio Bauru, na Avenida Nuno de Assis, o Centro Ambiental, onde está localizada a lagoa de captação de água do rio Batalha, onde os alunos analisarão a qualidade da água e ainda visitarão a Estação de Tratamento de Água (ETA).

A atividade faz parte do calendário letivo da instituição há 22 anos, reunindo alunos do 6° ano e professores no estudo sobre o meio ambiente na prática, com coleta de água e análise de oxigênio, PH e amônia, que são indicadores de presença de material orgânico na água. As atividades são importantes para os alunos, pois despertam o interesse pela ciência, meio ambiente e natureza local.

A conscientização dos alunos em relação à preservação do meio ambiente são um dos objetivos que fazem com que a instituição realize a visita todos os anos. “O objetivo é fazer os estudantes verem e sentirem os efeitos do assoreamento dos rios, a erosão provocada pelo desmatamento da mata ciliar, a ausência de animais nativos que dependem do equilíbrio sustentável da natureza e a degradação dos rios provocados pela poluição”, explica Roberto Pallotta, diretor da Escola Guedes de Azevedo.

Conhecimento e conscientização

A Escola Guedes de Azevedo possibilita que os alunos ampliem suas visões para a sociedade, indo além do aprendizado em sala de aula, mas também proporcionando o contato pessoal com aquilo que aprendem na escola. “Há 22 anos, quando ainda não havia esse discurso de sustentabilidade e economia sustentável. A escola iniciou essas expedições já preocupada com a formação dos alunos para uma visão mais cidadã do mundo, para mostrar a eles as implicações de um descarte inadequado de lixo, e ocupação irregular demográfica, a fim de que os estudantes se sentissem impactados pela visita e entendessem que o problema não restringe ao meio, mas, também os atinge dentro de casa”, destaca o diretor.

Confira como foi a expedição:

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